Religiosidade Popular

O termo Arte naïf aparece no vocabulário artístico, em geral, como sinônimo de arte ingênua, original e/ou instintiva, produzida por autodidatas que não tem formação no campo de artes. A pintura naïf se caracteriza pela ausência das técnicas usuais de representação (uso cientifico da perspectiva, formas convencionais e de utilização de cores) e pela visão ingênua do mundo. As cores brilhantes e alegres, fora dos padrões usuais, a simplificação dos elementos decorativos, o gosto pela descrição minuciosa, a visão idealizada da natureza e a presença de elementos do universo onírico são alguns dos traços considerados típicos dessa modalidade artística. A história da pintura naïf liga-se ao Salon des Independents [Salão dos Independentes], de 1886, em Paris, com exibição de trabalhos de Henri Rousseau (1844-1910). Rosseau dedica-se a pintura como hobby. Pintor, à primeira vista, “ingênuo” e “inculto”, pela falta de formação especializada, dos temas pueris e inocentes, é responsável por obras que mostram minuciosamente de modo inédito, uma realidade ao mesmo tempo natural e fantasiosa, como em A Encantadora de Serpentes, 1907. Seu trabalho obtém reconhecimento imediato dos artistas de vanguarda do período – como Odilon Redon (1840-1916), Paul Gauguin (1848-1903), Robert Delaunay (1855-1941), Guillaume Apollinaire (1880-1918).

 

Ficha Técnica

 Número de Fotografias:

15 telas no tamanho de 30x20cm

1 tela no tamanho de 20x30cm

1 tela com moldura no tamanho de 30×25,5cm.

Produção e Apoio Institucional e Cultural

Estação Casa Amarela Produções e Serviços

Assessoria de Comunicação:

Estação Casa Amarela Produções e Serviços (Studio Play Art e

Texteria Imprensa & Cia)

 

Exposições realizadas:

  •  Galeria Flamboyant da Estação Casa Amarela – Caçapava/SP

Período: 09 de janeiro à 23 de fevereiro de 2019

 

Perfil da Artista

Nascida em Caçapava, em 1952, é autodidata, e começou a pintar já na fase adulta. Usava como suporte pedaços de madeira, tábuas, e pequenos recortes de tecidos. Seus trabalhos eram expostos e vendidos nas quermesses das comunidades rurais, principalmente no bairro da Piedade, onde mora.

Aos poucos, foi aprimorando sua técnica, sempre retratando paisagens bucólias, a vida simples do campo com suas casinhas, carros de boi, igrejinhas, etc. Em 2008, reproduziu num conjunto de dez quadros, cenas da tradicional festa de São João Batista, padroeiro de Caçapava. Esse conjunto foi exposto na festa por oito dias, e visto por cetca de 100.000 pessoas. A partir deste trabalho receber vários convites para expor:

  • MAV – Museu de Antropologia do Vale do Paraíba, em Jacareí
  • Revelando São Paulo
  • Revelando São José dos Campos
  • Bienal de Arte Naif de Piracicaba, entre outros.

Telas em Exposição

 

Página da Artista