Gratidão

“Gratidão” 

 Tudo que temos ou não temos, é perfeito para o momento que vivemos. Uma palavra, um toque, um sorriso, a VIDA!  O primeiro passo, a corrida, o segurar na mão, sempre estamos recebendo o que desejamos. Agradecer é a oração que mais aproxima a criação e ativa o retorno, não tem segredo, façamos aos outros o que desejamos que nos façam. Esta é a fórmula. Só nos tornamos prósperos pelo que fazemos ao próximo, sejamos grato por tudo que nos é apresentado, pois o maior aprendizado vem daquele que menos esperamos. Quanto mais nos dedicamos, mais acessamos a criação. Tudo está acessível porque tudo que a mente pensa já existiu e quanto mais direcionamos os pensamentos e somos gratos, mais próximo estamos da realização. Na vida seguimos uma jornada em direção a fazer o que se ama, tudo nos leva ao propósito maior e descobrimos o que para muitos é impossível.  Ótimos conselheiros, artistas plásticos e outras profissões fantásticas, sem ao menos termos conhecimentos para tal, onde o desejo e encanto pelo que se faz nos torna grandes e referências para muitos. Só a vida para proporcionar estes dons.

A vida é maravilhosa e só é possível torná-la melhor quando reconhecemos e aceitamos o que é apresentado para a evolução. Não tem como cortar o caminho, todos os degraus são importantes e o sucesso só chega quando sabemos conviver com ele. Viemos para sermos felizes e tornar tudo que existe melhor começando por nós mesmo.

A exposição GRATIDÃO de Paulo Medina nos mostra essa capacidade de criação e de transformação através do uso dos recursos da natureza no mundo das artes. Esculturas belíssimas elaboradas com materiais reutilizáveis nos remetem às nossas raízes e embelezam nosso olhar e percepção do mundo.

Gratidão imensa por esta oportunidade de viver e fazer sempre o melhor!

– João Faria

Ficha Técnica:

Número de Esculturas: 09 (nove)

Curadoria:

Elda Varanda Dunley

Produção e Apoio Financeiro, Institucional, Cultural

Estação Casa Amarela Produções e Serviços

Assessoria de Comunicação:

Estação Casa Amarela Produções e Serviços (Studio Play Art)

Fotografia das obras:

Estação Casa Amarela Produções e Serviços (Carol Mossin)

Exposições realizadas:

  • Galeria Flamboyant da Estação Casa Amarela

Período:  03 de março à 15 de dezembro de 2017

 

  • Palácio de Cristal – Mostra das Exposições da Galeria Flamboyant da Estação Casa Amarela – Petrópolis/RJ –

Período: 18/03/2017

 

  • Faculdade Zumbi dos Palmares – Mostra das Exposições da Galeria Flamboyant da Estação Casa Amarela – São Paulo /SP

Período: 13 a 18 de maio 2017

 

  • Museu Histórico e Pedagógico Dom Pedro I e Dona Leopoldina – Pindamonhangaba/SP

Período: 09 de janeiro à 28 de fevereiro de 2018

 

  • Casa Oswaldo Cruz – São Luiz do Paraitinga/SP

Período: 22 de março à 22 de maio de 2018

 

  • Galeria Araucária – Santo Antonio do Pinhal/SP

Período:15 de junho a 30 de julho de 2018

 

  • Palacete Dez de Julho – Pindamonhangaba/SP

Período: 04 de setembro a 31 de outubro de 2018

 

  • Museu de Antropologia do Vale do Paraíba- Jacareí/SP

Período:  01 novembro de 2018 a 31 de janeiro de 2019

 

Perfil do Artista

Nascido em São Paulo e residente em Caçapava, Paulo Medina é um artista autodidata que cria suas obras utilizando materiais reciclados como pregos e ferro junto a elementos da natureza. O artista já expôs na Livraria da Cultura em São Paulo, no shopping Dom Pedro na cidade de Campinas/SP, no Fórum de São José dos Campos/SP e, a partir de 2017, entrou para o rol de artistas da Galeria Flamboyant na Estação Casa Amarela. “Minhas obras são o resultado das visões que se formam em minha mente. Moldar, transformar, criar, são sensações de um prazer inexplicável. Nas obras o que mais me fascina é o contraste da madeira com o ferro simbolizando o perecível e o eterno. Vê-los juntos harmonicamente é a minha realização, seja embrenhando-se entre si ou adornando a obra. Criar peças que nos remete a natureza e ao primitivo seja uma ave, um índio e suas máscaras tem sido a minha proposta e o meu desafio do qual eu tenho apreciado muito e agradecido a Deus pelo dom.”

Obras em Exposição